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“Quase não peguei a calcinha”, diz mulher agredida em motel

Após relatar ter sofrido uma agressão em um motel, a mulher conhecida nas redes sociais como Ariel Deyli publicou detalhes sobre a confusão: “Fui agredida pela mulher de um cliente. Foram três mulheres para cima de mim e quase não deu tempo de pegar a minha calcinha”.

Na publicação feita nessa quinta-feira (2/4), Patrícia de Sousa ainda disse: “Eu fui atender um cliente e a mulher colocou um rastreador no celular do homem”.

Veja o relato:

Na gravação, a mulher, que é de Cuiabá (MT) e trabalha como garota de programa, explica que foi agredida, ameaçada com faca e jogada da escada do motel. As supostas agressoras teriam tentado quebrar a moto dela. “Elas agiram como se eu fosse culpada. Esse é meu trabalho. Eu sou do job”.

Imagens:

Fotos das lesões das costas
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Fotos das lesões das costas

Reprodução / Redes sociais

Unha quebrada da mulher
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Unha quebrada da mulher

Reprodução / Redes sociais

Garota de programa é agredida pela esposa de cliente
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Garota de programa é agredida pela esposa de cliente

Reprodução / Redes sociais

Ariel contou à coluna Na Mira que não registrou boletim de ocorrência. “Eu estou tentando esquecer. Como trabalho na rua e tenho contatos em sites, decidi não acionar a Justiça”, disse.

Agressão física é crime

Dependendo da situação, a conduta pode ser tipificada como lesão corporal. Nesses casos, a pena varia de 3 meses a 1 ano de detenção para lesões leves, podendo aumentar significativamente — chegando a até 8 anos, conforme a gravidade do dano ou se houver resultado morte. Agressões físicas leves, como empurrões, também podem ser enquadradas como contravenções penais.


Entenda mais:

  • Lesão corporal (Art. 129 do Código Penal): ofender a integridade física ou a saúde de outra pessoa, como nos casos de cortes, hematomas ou dor física.
  • Vias de fato: envolvem condutas como empurrões, puxões de cabelo ou tapas que não deixam marcas visíveis, mas ainda assim violam a integridade da vítima.

Em situações de agressão, recomenda-se acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190 e registrar um boletim de ocorrência. Essa medida é fundamental para que o caso seja devidamente investigado, o agressor identificado e responsabilizado, contribuindo para prevenir novas ocorrências.

Fonte do Conteudo: Metrópoles – www.metropoles.com

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