Ação conjunta cumpriu seis mandados de busca e apreensão em cinco bairros do município; presos são reincidentes e haviam deixado o sistema prisional há poucos meses
A Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Delegacia de Marataízes, com apoio da Nona Delegacia Regional de Itapemirim, do serviço de inteligência e ROMU da Guarda Civil Municipal e Força Tática e K9 do 16º BPM, deflagrou nesta quinta-feira (03) a 7ª fase da Operação “No Space”, ação continuada de enfrentamento ao tráfico de drogas no município. As equipes cumpriram seis mandados de busca e apreensão nos bairros Santa Rita, Cidade Nova, Lagoa Funda, Arraias e Belvederes.
Em uma residência no bairro Santa Rita, próximo à Lagoa do Meio, os policiais apreenderam porções de cocaína e maconha já fracionadas para a venda, uma balança de precisão, dinheiro em espécie e três aparelhos celulares. Dois homens, de 47 e 34 anos, que estavam no imóvel, foram presos em flagrante. O alvo do mandado, um homem investigado por tráfico na região, não foi localizado.
Os dois presos possuem extensa ficha criminal, com passagens por roubo, furto, porte ilegal de arma e tráfico de drogas, e haviam sido colocados em liberdade pela Justiça há menos de cinco meses. Ambos foram autuados por tráfico de drogas e associação para o tráfico e encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Marataízes, onde permanecem à disposição da Justiça.
O material apreendido foi encaminhado à Polícia Científica para perícia. Os aparelhos celulares passarão por extração de dados, que deve subsidiar o avanço das investigações sobre a rede de distribuição de drogas no município.
Segundo o delegado Thiago Viana, titular da Delegacia de Marataízes, a operação seguirá com novas fases. “A No Space é uma operação permanente. O nome traduz o objetivo: não deixar espaço para o tráfico em Marataízes. Vamos continuar cumprindo mandados, prendendo e tirando de circulação quem insiste em retornar ao crime logo após deixar o sistema prisional”, afirmou.
A Polícia Civil reforça que a população pode colaborar com as investigações por meio do Disque-Denúncia 181. O anonimato é garantido.
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Fonte do Conteudo: Luciana Máximo – www.espiritosantonoticias.com.br

