
O Jardim de Alah vai abrigar um parque de esculturas a céu aberto com até 40 obras de artistas consagrados. A curadoria será de Ricardo Piquet, gestor do Museu do Amanhã e nome experiente em projetos culturais pelo país. As peças vão se espalhar pelos caminhos e áreas verdes, integradas ao novo desenho do parque, que é tombado e está em revitalização.
O projeto do consórcio Rio+Verde — que venceu a concorrência da Prefeitura e vai administrar o espaço por 35 anos — prevê transformar o espaço que divide Ipanema e Leblon em um grande centro de lazer e gastronomia. Inspirado em referências como o Time Out Market, em Lisboa, e o Mercado San Miguel, em Madri, o novo Jardim de Alah terá o canal nivelado à rua, creche municipal e ginásio no subsolo, além de 45 operações comerciais no térreo, entre lojas, bares e restaurantes.
O orçamento da obra já passa dos R$ 150 milhões, R$ 40 milhões a mais que o previsto inicialmente, e a entrega ficou para 2027. Mesmo cercada por protestos, ações judiciais, as obras de revitalização do parque começam oficialmente no final de junho. A intervenção tem o aval do Tribunal de Justiça do Rio, que negou o último pedido de tutela de urgência feito pelo Ministério Público para barrar o início das obras.
Fonte do Conteudo: Victor Serra – diariodorio.com