Nos dias 29, 30 e 31 de agosto de 2025, ocorreu, em Guarapari, a 6ª Conferência Estadual das Cidades/ES, espaço público de diálogo e construção de políticas para o desenvolvimento urbano. O evento reuniu representantes de 78 municípios capixabas, entre eles setores da sociedade civil e do poder público.
A Conferência das Cidades é um dos mais importantes instrumentos de participação social do país. Criada para garantir que a população, junto com gestores públicos e entidades representativas, tenha voz ativa na formulação das diretrizes de desenvolvimento urbano, seu objetivo é fortalecer a gestão democrática das cidades, fomentar políticas de habitação, mobilidade, saneamento e planejamento territorial, além de promover cidades mais inclusivas, sustentáveis e socialmente justas.
Piúma teve resultados marcantes. Três propostas apresentadas pelo município foram selecionadas para a etapa estadual, e uma delas, no eixo Controle Social e Gestão Democrática das Cidades, recebeu contribuição decisiva do grupo de trabalho local e avançou para a etapa nacional, que será realizada em Brasília, no mês de novembro. Além disso, Piúma garantiu a participação de uma delegada na Conferência Nacional das Cidades e assegurou uma vaga no Conselho Estadual das Cidades. A delegada escolhida foi Liza Andréa Santos, presidente do Instituto Ubuntu – Eu Sou Porque Nós Somos Mulheres.
“É com imensa alegria e orgulho que registramos a eleição de nossa presidenta, Liza Andreia, como delegada para a Conferência Nacional das Cidades. Na mesma ocasião, Liza também foi escolhida para integrar o Conselho Estadual das Cidades, fortalecendo a representação das mulheres e dos movimentos sociais nesse importante espaço de debate”, pontuou Karla Regina, diretora executiva do Instituto Ubuntu.
“É motivo de orgulho ver Piúma se destacando e participando ativamente da construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento urbano”, ressaltou Juliana Araújo Teixeira, servidora que coordena o setor de urbanismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento.
Já Evelyn de Almeida Campos, membro do projeto NEA-BC, destacou que “a iniciativa permitiu a troca de experiências com outros municípios e evidenciou a importância da sociedade civil organizada na formulação de políticas nacionais para cidades mais inclusivas, democráticas, sustentáveis e socialmente justas.”
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Fonte do Conteudo: Luciana Máximo – www.espiritosantonoticias.com.br