
Uma Coruja de Orelha (Asio clamator) foi resgatada com ferimentos, neste domingo (14), por guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), nas proximidades do Parque Estadual da Pedra Branca, Curicica, Zona Oeste carioca. A ave, que foi encontrada em uma residência da região, apresentava uma de suas asas machucada.
Segundo os funcionários do parque, a coruja também manifestava sinais de debilidade física. Os ferimentos, provavelmente, foram ocasionados por linha de pipa com cerol ou linha chilena.
O animal recebeu os primeiros-socorros assim que foi encontrado. Após ser atendida, a coruja foi encaminhada ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), para ser tratada dos problemas de saúde apresentados, para depois ser solta em seu habitat natural.
O secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, destacou que o socorro rápido à ave foi determinante para que ela fosse salva e tenha chance de ser reintegrada à biodiversidade do parque:
“Esse resgate reforça a importância do trabalho diário realizado pelos nossos guarda-parques na proteção da fauna silvestre. A ação rápida da equipe permitiu que essa coruja tenha agora a chance de se recuperar e voltar ao seu habitat natural, o que é uma vitória para a biodiversidade do Parque Estadual da Pedra Branca e para a preservação ambiental do Rio de Janeiro”, disse Rossi.
Sobre o Parque
O Parque Estadual da Pedra Branca ocupa uma área de 12.491 hectares, entre 17 bairros da Zona Oeste do Rio. O parque abriga uma fauna diversificada, com 479 espécies: 43 de peixes, 20 de anfíbios, 27 de répteis, 338 de aves e 51 de mamíferos.
A sede da Unidade de Conservação está localizada no Pau da Fome, em Jacarepaguá e tem núcleos no Camorim; em Jacarepaguá, em Piraquara, em Realengo; e posto avançado Quilombola, em Vargem Grande – batizado em homenagem à comunidade Quilombola Cafundá Astrogilda.
Fonte do Conteudo: Patricia Lima – diariodorio.com