Investigado tem 39 anos e já cumpriu nove anos de prisão por estupro de vulnerável; ele resistiu à abordagem policial e foi contido com munição não letal
foto arquivo
Um homem de 39 anos foi preso em flagrante na noite desta segunda-feira (17), em Anchieta/ES, sob a suspeita de tentar estuprar a própria irmã, de 44 anos. Segundo a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), o investigado cumpre histórico criminal anterior e já passou nove anos recluso pelo crime de estupro de vulnerável.
De acordo com o depoimento prestado pela vítima à Polícia Militar, ela estava deitada em seu quarto quando o irmão invadiu o cômodo e a segurou com força pelos braços sobre a cama. Ao perceber a intenção do agressor, a mulher gritou por socorro.
O filho da vítima ouviu os gritos e interveio para impedir o abuso. Ao tentar conter o agressor, o jovem foi atingido por um soco no rosto desferido pelo próprio tio. Após a agressão, o homem correu para a cozinha da residência e se trancou no local, recusando-se a se entregar às autoridades.
Com a chegada da Polícia Militar, o suspeito manteve a recusa em deixar o cômodo. Diante do risco de o homem estar armado, os agentes utilizaram gás lacrimogêneo para forçar sua saída. O investigado, no entanto, conseguiu fugir do imóvel e entrou em luta corporal na via pública com os policiais e com outro irmão, de 41 anos.
Para conter o homem, a equipe policial disparou quatro vezes com munição de borracha e utilizou um dispositivo elétrico de incapacitação (arma de choque).
Após receber atendimento e avaliação médica, o suspeito foi conduzido à Delegacia Regional de Guarapari, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de tentativa de estupro e resistência à ação policial.
A Sejus informou que o homem havia sido preso em maio de 2010 por estupro de vulnerável, tendo cumprido pena até maio de 2019, quando recebeu alvará de soltura.
Após a conclusão dos procedimentos na delegacia, ele foi encaminhado ao Centro de Triagem do Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, em Viana/ES, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. O nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades para preservar a identidade da vítima, conforme prevê a legislação.
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Fonte do Conteudo: Luciana Máximo – www.espiritosantonoticias.com.br