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em julgamento, psicólogo afirma que ídolo era bipolar

Um dos acusados de negligência no caso que investiga a morte de Diego Maradona, o psicólogo Carlos Díaz testemunhou em audiência no Tribunal Oral Criminal nº 7 de San Isidro, região metropolitana de Buenos Aires. Ele afirma que o ídolo argentino era bipolar e tinha “transtorno de personalidade narcisista”.

Diego Armando Maradona morreu aos 60 anos
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Diego Armando Maradona morreu aos 60 anos

Marcos Brindicci/Getty Images

O craque conduziu a Argentina ao título da Copa do Mundo de 1986
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O craque conduziu a Argentina ao título da Copa do Mundo de 1986

Archivo El Grafico/Getty Images

Diego Maradona é recebido pelo convidado de honra Pelé após o Clássico do Centenário em Wembley, em Londres
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Diego Maradona é recebido pelo convidado de honra Pelé após o Clássico do Centenário em Wembley, em Londres

PA Images via Getty Images

Diego Armando Maradona: um dos maiores personagens da história do futebol
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Diego Armando Maradona: um dos maiores personagens da história do futebol

Karl Staedele/picture alliance via Getty Images

Como técnico principal do país, Diego Maradona discute com o quarto árbitro durante a partida do Grupo B da Copa do Mundo de 2010
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Como técnico principal do país, Diego Maradona discute com o quarto árbitro durante a partida do Grupo B da Copa do Mundo de 2010

Ryan Pierse – FIFA / FIFA via Getty Images

Diego Maradona, quando era técnico do Gimnasia y Esgrima La Plata
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Diego Maradona, quando era técnico do Gimnasia y Esgrima La Plata

Marcelo Endelli / Getty Images

A ambulância que transportava Diego Maradona dirige entre a mídia deixando a Clinica Olivos em 11 de novembro de 2020 em Vicente Lopez, Argentina
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A ambulância que transportava Diego Maradona dirige entre a mídia deixando a Clinica Olivos em 11 de novembro de 2020 em Vicente Lopez, Argentina

Marcos Brindicci / Getty Images

Craque tinha 60 anos
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Craque tinha 60 anos

Steve Powell/Allsport/Getty Images

 

Diante do tribunal, Díaz declarou que tratou Maradona por 29 dias antes de sua morte, em novembro de 2020. O psicólogo destacou que o quadro clínico seria crônico.

“O que temos aqui é um quadro clínico: uma dependência, transtorno bipolar e um transtorno de personalidade. São três condições crônicas, condições para a vida toda”, disse Díaz em depoimento.

O profissional ainda lembrou que Maradona fazia uso de drogas. Vale lembrar que as dependências do ex-jogador em relação à cocaína e ao álcool já eram públicas.

“Pessoas próximas a Maradona me disseram que o uso de substâncias por parte dele estava intimamente ligado aos seus feitos esportivos e que, sempre que enfrentava uma frustração, não sabia como lidar com ela”, declarou o psicólogo.

Acusação

Carlos Díaz é um dos sete acusados por homicídio culposo pela morte de Maradona. Além do psicólogo, também são julgados Agustina Cosachov (psiquiatra), Leopoldo Luque (neurocirurgião), Nancy Forlini (coordenadora médica), Mariano Perroni (coordenador de enfermagem), Pedro Pablo Di Spagna (médico) e Ricardo Almiro (enfermeiro).

Caso sejam condenados, os réus poderão enfrentar penas de 8 a 25 anos de prisão. Maradona faleceu durante a recuperação de uma cirurgia cerebral, realizada para tratar um coágulo. Após exames, um infarto foi apontado como causa da morte do astro argentino.

Anulação do primeiro processo

Em maio de 2025, o julgamento foi anulado após o processo ser declarado inválido pelo tribunal responsável. A anulação da ação aconteceu depois de questionamentos das partes envolvidas no caso do ídolo argentino sobre uma das juízas ter participado de um documentário sobre o caso.

Segundo a corte, Julieta Makintach participou das gravações quando ainda integrava o júri que julgava o caso. Ela responde a outras acusações. Além da juíza, outros dois magistrados que faziam parte do caso renunciaram aos cargos.

De acordo com a promotoria, Makintach facilitou que câmeras entrassem nos locais das audiências, mesmo diante da proibição de filmar dentro do tribunal.

Fonte do Conteudo: Metrópoles – www.metropoles.com

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