Ela contava ao pai sobre a visão de uma capelinha azul, cheia de estrelinhas, onde Maria vestia um manto branco.
Em outubro de 1959, após mais uma série de tratamentos, Miria foi recebida pela comunidade com festa: escolas suspenderam aulas e crianças da Cruzadinha a cercaram com fitas amarelas, enquanto ela carregava a imagem de Nossa Senhora de Fátima.
Os médicos diziam que lhe restava apenas uma semana de vida. Assistida pelo Frei Severino, Miria aceitou o fim com serenidade e pediu apenas uma vela. Ela morreu no dia 23 de outubro de 1959.
Milagre ou legado?
Após sua morte, relatos de curas e graças atribuídas à sua intercessão começaram a circular. A fé daquela menina deixou rastros de fé e esperança.
Mas o que se mantém, de forma concreta, é o impacto que sua breve vida teve na comunidade: a construção da nova igreja, erguida com bingos, leilões e doações, e a realização da capelinha azul que ela sonhara.
Hoje, a Comunidade Nossa Senhora de Fátima, na Sambra,que pertence à Diocese de Cachoeiro, mantém vivo o legado de Miria, lembrando que até uma vida curta pode deixar marcas eternas de fé, esperança e união.
Fonte: diaadia
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Fonte do Conteudo: Luciana Máximo – www.espiritosantonoticias.com.br