Anna Raphaella Lucena da Cunha Lima, 41 anos, foi presa pela terceira vez em 1 ano e 5 meses, na madrugada desse sábado (6/6), após bater uma Land Rover Defender que conduzia contra uma placa na altura da Esplanada dos Ministérios. O teste do bafômetro dela deu 0,74 mg de álcool por litro de ar, mais que o dobro do limite para configurar crime.
Encaminhada à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), Raphaella foi mantida algemada no local para a garantia da ordem da pública. Tempos depois, foi colocada em liberdade após pagar fiança de R$ 8 mil.
Conforme imagens registradas por testemunhas, o automóvel conduzido pela mulher ficou com a parte frontal parcialmente danificada e teve pedaços espalhados pela via. Por sorte, o acidente não deixou feridos.
Segundo o Departamento de Trânsito do DF (Detran-DF), o limite de álcool no sangue deve ser zero. Acima disso, o condutor estará sujeito a penalidades. Além disso, a conduta pode ser considerada crime se o resultado do teste indicar uma concentração igual ou superior a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. Nesse caso, a pena é detenção de seis meses a três anos, multa e suspensão da CNH ou proibição de se obter a habilitação para dirigir.






Passagens pela polícia
Velha conhecida da polícia, Anna Raphaella já havia estampado páginas de jornais em setembro do ano passado, quando desceu de um automóvel no meio da rua, tirou a roupa e urinou na via. Na data, a mulher e uma outra pessoa que a acompanhava estavam sob efeito de álcool, motivo pelo qual foram conduzidos à 5ª Delegacia de Polícia (Asa Norte).
Na delegacia, visivelmente embriagada e com dificuldades até para falar, Raphaella protagonizou um barraco que durou pelo menos uma hora.
Sem conseguir explicar sua profissão aos agentes, a mulher surpreendeu os plantonistas ao afirmar estar “incorporando uma entidade”. Em meio à cena, passou a prever “tragédias e desgraças” para os policiais de plantão, deixando o clima ainda mais tenso. A mulher chegou a dizer que “a filha de um delegado iria morrer”.
A Polícia Civil do DF fixou a fiança da passageira em R$ 20 mil. Raphaella deixou a prisão após pagar R$ 13 mil.
Em fevereiro de 2025, a mulher também foi presa. Na data, ela teria causado um acidente de trânsito com a mesma Land Rover Defender. Na ocasião, embriagada, colidiu contra um motociclista, sendo encaminhada ao Instituto de Medicina Legal, onde o laudo confirmou o consumo de álcool.
Fonte do Conteudo: Metrópoles – www.metropoles.com