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Preso do saidão que matou mãe adotiva e estuprou jovens é recapturado

O foragido do sistema prisional do Distrito Federal que matou a mãe adotiva, Francisca Almeida da Silva, 70, e estuprou jovens familiares da mulher, na última segunda-feira (10/8), foi preso nesta sexta-feira (14/8) por equipes da Polícia Penal do DF (PPDF). Leonardo Ferreira de Almeida (foto em destaque), 44 anos, foi localizado no Morro da Cruz, em São Sebastião (DF).

Veja vídeo da recaptura:

A coluna Na Mira apurou que Leonardo passou a manhã escondido em uma mata próximo à Chácara 50 do Morro da Cruz até ser encontrado por equipes da Polícia Penal do DF. O indivíduo estava vestido com roupas de gari, na tentativa de ludibriar as autoridades, como mostra o vídeo acima.

Após ser recapturado, Leonardo foi levado à 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia Sul).

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do Metrópoles

O investigado matou a mãe e abusou sexualmente das jovens enquanto usufruía do saidão de Dia dos Pais. Ele deveria ter se apresentado na segunda-feira (10/8), dia em que cometeu os crimes, e estava foragido desde então.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do DF (Seape-DF) confirmou a recaptura de Leonardo Ferreira de Almeida e reforçou o fato de ele ter passado a manhã escondido em uma área de mata. “A Seape-DF reforça o empenho da Polícia Penal do DF nas ações de monitoramento e recaptura de foragidos do sistema prisional”, pontuou.


Entenda o caso

  • Leonardo foi beneficiado pelo saidão de Dia dos Pais na quinta-feira (6/8). Ele deveria ter voltado na segunda-feira (10/8), mas não se apresentou.
  • Conforme relatos de familiares, ele tinha o hábito, nessas ocasiões, de passar os períodos de liberdade na casa da mãe adotiva, em Samambaia.
  • Segundo Regina Maria, irmã de Francisca, Leonardo prendeu a mãe adotiva em um quarto nos fundos da casa.
  • Em seguida, o criminoso teria amarrado, dopado e violentado sexualmente duas jovens que estavam no imóvel. Uma terceira garota também foi alvo de Leonardo, mas conseguiu se desvencilhar e fugir do local.
  • Após a fuga da jovem, Leonardo teria deixado a residência acompanhado de uma delas e seguido para São Sebastião.
  • Leonardo levou a jovem sequestrada para uma área de mata, onde teria cometido violência sexual. Mesmo fragilizada, ela conseguiu fugir e pedir ajuda em um comércio próximo.

Leonardo Ferreira de Almeida, 44 anos, matou a mãe adotiva e abusou sexualmente de duas jovens
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Leonardo Ferreira de Almeida, 44 anos, matou a mãe adotiva e abusou sexualmente de duas jovens

Material cedido / Arte Metrópoles

Depois do crime, ele forçou uma das jovens a pedir um carro por app e fugiu com ela para uma área de mata
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Depois do crime, ele forçou uma das jovens a pedir um carro por app e fugiu com ela para uma área de mata

Reprodução / @qapnoticiasoficial

Francisca Almeida da Silva, 70 anos, foi morta por Leonardo
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Francisca Almeida da Silva, 70 anos, foi morta por Leonardo

Material cedido ao Metrópoles

Fachada da casa onde Leonardo de Almeida matou a mãe adotiva
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Fachada da casa onde Leonardo de Almeida matou a mãe adotiva

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Segundo familiares, Leonardo teria usado drogas antes dos crimes
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Segundo familiares, Leonardo teria usado drogas antes dos crimes

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Fitas usadas para prender uma das vítimas de estupro
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Fitas usadas para prender uma das vítimas de estupro

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Leonardo foi recapturado pela Polícia Penal do DF, nesta sexta-feira (14/8)
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Leonardo foi recapturado pela Polícia Penal do DF, nesta sexta-feira (14/8)

“Ele matou a mulher que chamava de ‘mãezinha’”

Leonardo costumava ser acolhido pela idosa que ele assassinou. “Minha mãe gostava de ajudar os outros e ela conhecia o Leonardo há 10 anos. Ele matou a mulher que chamava de ‘mãezinha’”, disse, aos prantos, Francivânia Almeida, filha da vítima, ao Metrópoles.

Segundo ela, o suspeito não parecia ser violento e aparentava ser do bem. “Ainda orei por ele, e ele acabou matando a minha mãe. Quero a foto dele estampada em tudo quanto é canto”, afirmou.

Francivânia ressaltou que o momento é “muito triste” e que a mãe morreu “fazendo o bem”. “Tenho o alento no meu coração de que ela morreu fazendo o bem”, desabafou. “Alertamos sobre ele, mas minha mãe disse que não importava o crime, o importante era acolher, para que as pessoas pudessem ser reeducadas.”

Fonte do Conteudo: Metrópoles – www.metropoles.com

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