O secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, que teve o visto revogado pelo governo dos Estados Unidos, voltou a se manifestar sobre as sanções das quais foi alvo. Ele classificou a medida como uma “agressão injusta”, mas disse estar “muito tranquilo” com a situação.
Ele também defendeu o Mais Médicos como uma política pública para “garantir acesso à parcela mais vulnerável da população usuária do SUS”. Na sequência, Mozart considera que a “agressão” do governo norte-americano não é direcionada a ele e, sim, à soberania brasileira.
“Compreendo que a agressão não é a mim enquanto pessoa física, é sim uma agressão à soberania do Estado Brasileiro, como se fosse crime levar atendimento médico à população brasileira mais vulnerável socialmente que é usuária do SUS. Jamais faria algo que fosse ultrajante para minha profissão ou para a dignidade das pessoas”, destacou.
Novas sanções
Em uma publicação no Instagram, Mozart afirmou não ter cometido erros ao participar da criação do programa. Atualmente, ele coordena o Agora Tem Especialistas, principal aposta do governo federal na área da saúde.
“Não cometi qualquer delito de cunho individual para receber essa sanção da extrema direita americana”, frisou o secretário.
Fonte do Conteudo: Daniela Santos – www.metropoles.com