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Sócios de construtora são investigados por fraude em obras

Dois sócios de uma construtora de Goiânia (GO), identificados como Mário Ferreira Pires Neto e Lorena Correa Chaves Ferreira Pires (imagens em destaque), são investigados por supostas fraudes na execução de obras residenciais. A empresa Diretriz Construtora provocava atrasos na execução para obter vantagens financeiras.

Nesta terça-feira (16/6), policiais civis da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Consumidor (Decon) cumpriram três mandados de busca e apreensão.

A Polícia Civil também realizou o bloqueio judicial de R$ 1,5 milhão em bens e valores dos investigados por possíveis crimes contra as relações de consumo.

Até o momento, três vítimas foram identificadas. Os prejuízos estimados são de R$ 240 mil, R$ 510 mil e R$ 700 mil, respectivamente.

Imagens:

Perfil da construtora investigada
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Perfil da construtora investigada

Reprodução / PCGO

Uma das casas feitas pela construtora
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Uma das casas feitas pela construtora

Reprodução / PCGO

Outro cômodo da casa
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Outro cômodo da casa

Reprodução / PCGO

Operação Opus Malus
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Operação Opus Malus

Reprodução / PCGO

Outro veículo apreendido
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Outro veículo apreendido

Reprodução / PCGO

Carro apreendido
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Carro apreendido

Reprodução / PCGO

A divulgação dos nomes dos sócios e da empresa investigada foi permitida pela autoridade policial, com o objetivo de possibilitar o reconhecimento de outras eventuais vítimas e contribuir para o avanço das investigações.

A coluna Na Mira tenta localizar a defesa dos citados. O espaço permanece aberto para manifestações.

Atrasos nas obras

As apurações, que resultaram na Operação Opus Malus, indicam que, há cerca de um ano, uma construtora sediada em Goiás induzia consumidores a erro em relação aos prazos de conclusão de obras residenciais.

Segundo a investigação, o engenheiro responsável e sócio da empresa provocava atrasos deliberados na execução dos empreendimentos para obter vantagens econômicas indevidas, já que a extensão do período das obras aumentaria a lucratividade da construtora.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema envolvia a elaboração de relatórios com informações falsas sobre o andamento das etapas construtivas, além da omissão de dados relacionados à qualidade dos materiais utilizados nas edificações.

Paralelamente, a empresa e os seus representantes promoviam intensa divulgação dos serviços em redes sociais, transmitindo aos consumidores uma imagem de credibilidade e eficiência.

Fonte do Conteudo: Metrópoles – www.metropoles.com

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