Soldado PM morre após tiro em abordagem no Sul do ES

O soldado da Polícia Militar do Espírito Santo Paulo Henrique Carvalho Faccin, de 28 anos, morreu após ser baleado na cabeça durante uma abordagem policial neste sábado (15), em Cachoeiro de Itapemirim. O militar chegou a ser socorrido e recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

As informações iniciais apontam que Carvalho participava da abordagem a um homem que estaria foragido do sistema prisional. Durante a ação, teria ocorrido uma luta corporal.

Segundo as informações preliminares, o homem conseguiu retirar a arma do policial e efetuou um disparo que atingiu Carvalho na cabeça. O militar que acompanhava o soldado reagiu e atirou contra o suspeito, que morreu durante a ocorrência.

Carvalho era lotado no 9º Batalhão da Polícia Militar e, segundo a corporação, foi formado na turma do Curso de Formação de Soldados (CFSd) de 2024.

Em nota, a Polícia Militar confirmou a morte e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda. A corporação afirmou ainda que presta “continência e sua homenagem à memória” do soldado.

O governador do Espírito Santo também lamentou a morte de Carvalho. “O Espírito Santo perde um jovem policial no cumprimento do dever”, afirmou. Ele manifestou solidariedade aos familiares, amigos e integrantes da Polícia Militar.

As circunstâncias da abordagem e a situação do suspeito no sistema prisional ainda deverão ser detalhadas oficialmente pelas autoridades.

Autoridades manifestam solidariedade

 

O presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, deputado Marcelo Santos, manifesta profundo pesar pela morte do soldado Paulo Henrique Carvalho Faccin, de 28 anos, durante uma operação policial em Cachoeiro de Itapemirim, e se solidariza com seus familiares, amigos e toda a Polícia Militar. É revoltante ver um jovem policial perder a vida no cumprimento do dever, vítima da reação brutal de um criminoso que estava foragido do sistema prisional e voltou a desafiar o Estado e a sociedade. Esse episódio precisa provocar mais do que indignação. O Brasil precisa rever com urgência uma legislação penal que, muitas vezes, é incapaz de manter criminosos perigosos longe das ruas. Não podemos aceitar um sistema em que o policial arrisca a própria vida para prender e, depois, precisa enfrentar novamente quem deveria estar atrás das grades. A lei precisa proteger quem protege a sociedade.

Fonte do Conteudo: Redação Multimídia ESHOJE – eshoje.com.br

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