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Veja lista de PMs presos por suspeita de agir na execução de delator do PCC

A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo prendeu nesta quinta-feira (16) um grupo de 15 PMs suspeitos de ter envolvimento na morte do empresário Antônio Vinicius Gritzbach, delator da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

As prisões acontecem pouco mais de dois meses da execução de Gritzbach, que ocorreu no dia 8 de novembro do ano passado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (SP).

A investigação, iniciada em março de 2024 após denúncias anônimas, revelou que policiais sabiam das atividades criminosas de Gritzbach e, mesmo assim, aceitaram fazer sua segurança particular.

De acordo com as apurações, policiais faziam escolta e vazavam informações ao PCC.

Veja a lista dos PMs presos

  • Abraão Pereira Santana
  • Adolfo Oliveira Chagas (serviu na 1ª Companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar)
  • Alef de Oliveira Moura (serviu no Primeiro Batalhão de Polícia de Choque e depois na 2ª Companhia do 1º Batalhão)
  • Denis Antonio Martins (PM da ativa suspeito de ter feito os disparos)
  • Erick Brian Galioni
  • Giovanni de Oliveira Garcia (serviu no Primeiro Batalhão de Polícia de Choque)
  • Jefferson Silva Marques de Souza  (serviu no Primeiro Batalhão de Polícia de Choque)
  • Julio Cesar Scarlett Barbini
  • Leandro Ortiz  (serviu na 1ª Companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar)
  • Leonardo Cherry Souza
  • Romarks Cesar Ferreira Lima (serviu no Primeiro Batalhão de Polícia de Choque e depois no 2º Batalhão)
  • Samuel Tillvitz da Luz (serviu na 1ª Companhia do 18º Batalhão da Polícia Militar)
  • Talles Rodrigues Ribeiro (serviu no Primeiro Batalhão de Polícia de Choque e depois na 2ª Companhia do 1º Batalhão)
  • Thiago Maschion Angelim da Silva (1º Tenente, já atuou no do 18º Batalhão da Polícia Militar)
  • Wagner de Lima Compri Eicardi  (atuou no do 18º Batalhão da Polícia Militar)

Gritzbach, que já havia sido preso em 2023 sob suspeita de ordenar a morte de dois membros do PCC, estava em processo de delação premiada e prometia entregar provas que revelariam um esquema envolvendo policiais civis e militares.

O empresário, que atuava no mercado imobiliário e em operações com criptomoedas, teria desviado dinheiro da facção e, temendo represálias, passou a andar com escolta armada.


* Com informações de Beto Souza

Fonte do Conteudo: guilhermegama – www.cnnbrasil.com.br

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