Ao ser presa por policiais militares do 20º BPM (Paranoá) e da Patamo, a advogada Jéssica Castro de Carvalho (foto em destaque), de 30 anos, teve apreendido um carro de luxo (uma BMW X1 branca), diversos tabletes de substância semelhante a skunk, um pacote com comprimidos de ecstasy, além de uma pistola 9 mm, com 31 cartuchos, além de munições de diferentes calibres.
Veja o vídeo:
A “advogata” tem mais de 1.500 seguidores nas redes sociais e se apresenta como uma profissional com sete especializações, incluindo Lei de Drogas e Violência Doméstica.
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Em suas publicações, compartilha momentos da rotina de trabalho, como algumas visitas à Polícia Civil, participação em batizados na igreja, atividades esportivas, como campeonatos de fisiculturismo, e até portando armas de grosso calibre.
Em um post, a advogada disse: “A prisão não afeta apenas quem está atrás das grades; atinge todos ao redor. A cadeia é um fardo compartilhado, e quem sai dela carrega marcas profundas. A ilusão é pensar que apenas o preso sofre.”
Fotos:
6 imagens

Apreensão das drogas no carro da advogada
Reprodução / PMDF
Arma e munições
Reprodução / PMDF
Postagem nas redes sociais

Advogada também é fisiculturista
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Atendimento na cadeia
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Sendo batizada
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A 6ª Delegacia de Polícia investiga o caso para identificar a origem do material ilícito e possíveis conexões da suspeita com organizações criminosas.
Outras imagens:



Foto na Polícia Civil
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Dentro de uma igreja, em um culto
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Em um julgamento
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Advogada presa por tráfico
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Clube de tiro
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Clube de tiro
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Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) disse que vai acompanhar as investigações e “apurar possíveis consequências ético-disciplinares, cujo processo correrá em sigilo por força de lei”.
A defesa de Jéssica Castro também enviou posicionamento ao Metrópoles. “Na madrugada dos fatos, a advogada deslocava-se para atender um cliente quando seu veículo particular apresentou problemas mecânicos. Diante da urgência do atendimento, o referido cliente emprestou-lhe um automóvel para que pudesse prosseguir no deslocamento. A defesa destaca, de forma categórica, que a Dra. Jéssica não tinha qualquer conhecimento de que havia ilícitos no interior do veículo emprestado, nem possuía meios razoáveis para suspeitar dessa situação”, disse.
“A prisão em flagrante decorreu exclusivamente da apreensão realizada no veículo, sem que exista, até o momento, qualquer elemento nos autos que a vincule a organização criminosa ou a atividades ilícitas”, disse.
A defesa informou, ainda, que entrará com habeas corpus para obter a liberdade da cliente. “A expectativa é de que ela possa responder ao processo em liberdade, como assegura a legislação penal a réus primários e sem periculosidade concreta demonstrada”, disse.
“A Dra. Jéssica não é traficante, não integra organização criminosa e não tinha conhecimento do conteúdo existente no veículo emprestado, devendo prevalecer a presunção de inocência que lhe é constitucionalmente assegurada”, finalizou.
Fonte do Conteudo: Larice de Paula – www.metropoles.com








