O jovem Patrick Santos da Vitória, de 21 anos, segue desaparecido há quatro dias, desde o último domingo (23), quando foi visto pela última vez em um banco 24h. Ele foi vítima de sequestro no bairro 23 de Maio, em Vila Velha.
A mãe de Patrick, Jackeline Santos da Vitória Alves, deixou um apelo aos criminosos que pegaram o filho. “Peço apenas que eles devolvessem meu filho, vivo ou morto, para tentarmos tocar nossa vida. Não aguento mais um minuto dessa angústia e essa tortura com a família”.
Segundo a mãe, o filho não é envolvido com o tráfico de drogas e é trabalhador. “Os policiais seguem à procura, mas sem nenhuma resposta ainda. Eles estão trabalhando muito na busca para não deixar o rastro esfriar”.
Desaparecimento
De acordo com Jackeline, Patrick foi visto pela última vez em um banco 24h. “De manhã ele saiu com alguns amigos para ir à praia. Quando foi à noite, por volta das 22h, eles pararam num caixa 24h para ele sacar o dinheiro porque iam comprar bebidas. Eles estavam no bairro Barramares quando ele foi pego”.
Segundo a mãe de Patrick, ele saiu do carro, enquanto os amigos permaneceram no interior do veículo. Foi neste momento que criminosos, que fariam parte do tráfico de drogas, se aproximaram e colocaram Patrick em outro carro. “A amiga dele que estava junto disse que esse pessoal se aproximou e mandou eles (amigos) irem embora depressa, mas ficaram com ele (Patrick)”, disse Jackeline.
A família chegou a ligar para o telefone de Patrick algumas vezes, mas, em seguida, perderam o contato com o jovem. A região onde ele foi abordado é conhecida pelo intenso tráfico de drogas, mas a família garante que o jovem não tem nenhum envolvimento. “Ele trabalha numa empresa de chocolate de Vila Velha e não mexe com drogas”.
Depois de perder o contato com Patrick, a família registrou um Boletim de Ocorrência, mas um novo fato preocupou. Um vídeo circulou nas redes sociais mostrando o jovem em uma área de mata, sendo agredido.
“Não conseguimos falar com ele, foi pelo Instagram que vimos ele sendo torturado. Os bandidos com o pé na garganta dele, apontando a arma. Depois falaram para a gente que ele estava morto e que jogariam o corpo na maré”, contou a mãe do jovem.
Fonte do Conteudo: Jady Oliveira – eshoje.com.br