A família do pedreiro João Batista do Nascimento, de 46 anos, busca informações sobre seu paradeiro após seu desaparecimento em 25 de julho de 2025. Morador do Rio de Janeiro, ele viajava de ônibus para Campina Grande (PB), onde trabalharia na construção de uma casa, mas foi deixado no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Itapemirim.
Segundo relatos da esposa, a PRF informou que João teria apresentado um surto dentro do coletivo. O motorista o deixou na unidade policial, onde, após verificação, não foram encontradas pendências judiciais e ele foi liberado por volta de 1h30. Câmeras de segurança mostram João caminhando em direção a um posto de combustíveis, sendo este o último registro conhecido.
“Estou apavorada. Não durmo, não trabalho direito sem respostas dele. Só ficamos sabendo de tudo depois que ele não chegou ao destino e os familiares dele me avisaram. É uma negligência. Nem a empresa do ônibus nem a polícia nos comunicaram sobre o que estava acontecendo”, afirmou a esposa.
No momento do desaparecimento, João usava jaqueta jeans, blusa azul, calça jeans clara, boné bege e carregava uma mochila nas costas e uma mala de mão roxa.
A Polícia Civil informou que investiga o caso, mas ele ainda não foi localizado. A reportagem procurou a Viação Itapemirim e a PRF sobre as alegações da família, mas não houve retorno.
Ajuda
Informações sobre João podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia 181 ou pela internet.
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Fonte do Conteudo: Luciana Máximo – www.espiritosantonoticias.com.br