
A Operação Pressão Máxima entrou na segunda fase e apertou o cerco contra irregularidades no GNV e nos serviços de transporte por aplicativo e táxi no Rio. A ação reuniu Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor (SEDCON), Procon-RJ, Agência Nacional do Petróleo (ANP), Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-RJ), DETRAN-RJ e Comando de Polícia Ambiental (CPAM), com foco em postos de combustíveis, carros de aplicativos e veículos particulares.
Os agentes atuaram na Glória, Centro, Ilha do Governador, Ramos e Cidade Nova. As principais infrações nos veículos de transporte envolveram documentação vencida do sistema de GNV e cilindro fora do prazo. No balanço, 18 serviços foram interditados: 15 de carros de aplicativo e 3 táxis.
O alerta veio do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca: “Cerca de 65% dos veículos que utilizam GNV no estado estão em situação irregular. Isso coloca em risco a vida de todos os envolvidos como passageiros, motoristas e frentistas. Infelizmente, os acidentes envolvendo esse tipo de veículo não são raros. Por isso, faço um apelo aos motoristas: realizem a instalação dos kits de GNV apenas com fornecedores autorizados e mantenham a regularização em dia. Segurança não é opcional.” — Gutemberg Fonseca.
Nos postos, os fiscais autuaram quatro estabelecimentos e interditaram duas bombas de GNV por erro de calibração do dispenser — quando o consumidor recebe menos gás do que o indicado no visor. A força-tarefa seguirá rodando todo o estado até o fim do ano.
Primeira fase
Em julho e agosto, SEDCON e Procon-RJ já haviam interditado cinco instaladoras de GNV clandestinas em Rocha Miranda, Curicica, Vila Valqueire e Engenho de Dentro. Entre os problemas, registro vencido, ausência de autorização para instalação dos kits e extintor vencido. Na mesma batida, os aeroportos Santos Dumont e Galeão também foram fiscalizados: em dois dias, 23 veículos de transporte foram interditados (8 táxis e 15 carros de aplicativo).
Fonte do Conteudo: Redação Diário do Rio – diariodorio.com