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Brasil recebe líderes internacionais para discutir mudanças climáticas

Global Policy Dialogue: mudanças climáticas em centro do debate

O Espírito Santo sediou um dos principais fóruns globais sobre mudanças climáticas: o evento “Global Policy Dialogue: Promovendo o financiamento climático e transições justas no caminho até a COP30”, que reuniu líderes internacionais e de todo o País para tratar sobre o tema.

Na última quinta-feira (17), foi realizada a abertura do evento no Palácio Anchieta com a presença do governador Renato Casagrande, que também preside o Consórcio Brasil Verde. 

O foco do lobal Policy Dialogue do G20 é o financiamento climático e transições justas, especialmente para os países do Sul Global. O evento no Espírito Santo é um preparatório para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em novembro na cidade de Belém (PA). Ao longo dos dois dias, estão programadas sessões temáticas, grupos de debate, além da plenária de encerramento.

“O evento é uma oportunidade para o Espírito Santo apresentar o que estamos fazendo e também para aprender, o que para nós é muito importante. Estamos recebendo a discussão sobre financiamento e também sobre a transição justa neste tema de mudanças climáticas. Porque desejamos um planeta em equilíbrio e que seja sustentável. É uma alegria receber nosso embaixador, presidente da COP30, e esperamos que a Conferência em novembro seja um sucesso”, afirmou o governador Casagrande.

O presidente da COP 30, embaixador André Corrêa do Lago é um dos participantes do diálogo global. Estão presentes também representantes da África do Sul, Alemanha, Argentina, Barbados, Canadá, China, Equador, França, Índia, México, Reino Unido, Uruguai, Estados Unidos e União Europeia, bem como governadores de vários estados do País.

Entre os objetivos do “Global Policy Dialogue” estão: identificação e recomendação de medidas, parcerias e iniciativas para promover transições justas, permitindo que os países alcancem o desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza enquanto enfrentam a mudança climática; o avanço sobre as estratégias para aumentar o financiamento climático para os países em desenvolvimento; a discussão de estratégias para aprimorar a capacidade da governança climática global e da cooperação internacional de promover a implementação dos compromissos climáticos acordados; e o fortalecimento do papel dos governos subnacionais na ação climática.

Fonte do Conteudo: Thamiris Guidoni – esbrasil.com.br

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