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Pesquisa Paraná revela que Saúde, Segurança Pública e Corrupção são as áreas mais criticadas no governo Lula. Quase metade dos entrevistados vê piora na segurança e aumento da corrupção, enquanto saúde e situação financeira também geram preocupação. Entenda os números e a percepção nacional.
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Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
Um levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira, 1º, mostra que saúde, segurança pública e corrupção são as principais áreas que pioraram sob o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A sondagem perguntou a cada um dos entrevistados qual era a sua percepção quanto a diversos temas. Cada entrevistado deveria responder se, na sua visão, determinada área “melhorou”, “piorou” ou “permaneceu igual” com Lula.
Ao todo, 46,3% dos entrevistados disseram que a segurança pública piorou no atual governo, contra 19,6% que disseram que melhorou e 32% que veem que permaneceu igual. O índice daqueles que indicaram piora oscilou em relação às últimas rodadas da pesquisa: em outubro de 2025, eram 45,8% e, em janeiro de 2026, 44,3%.
Já em relação à percepção da saúde, 36,4% dos entrevistados disseram que a área piorou com Lula, enquanto 28,2% afirmaram vislumbrar melhora e 32,9% que avaliam que permaneceu igual.
No que diz respeito à corrupção, 47,3% dos entrevistados responderam que a prática aumentou no atual governo, contra 35,7% que dizem que permaneceu igual e 12,6% que avaliam que diminuiu.
Situação financeira e desigualdades
O levantamento também perguntou aos entrevistados sobre a percepção em relação à economia e ao enfrentamento de desigualdades.
Ao todo, 35% deles afirmaram que a situação financeira piorou com Lula, enquanto 28,7% afirmam ter melhorado e 34,8% que dizem que permaneceu igual. O índice daqueles que apontaram piora na situação econômica cresceu quase dez pontos percentuais de julho de 2024 (25,5%) para março de 2026.
Sobre a percepção da situação dos mais pobres, ou seja, aqueles em situação mais vulnerável, 33% dizem que piorou, enquanto 36,5% dizem que melhorou e 27,4% que dizem que permaneceu igual.
Pesquisa
A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em todo o país, entre os dias 25 e 28 de março deste ano. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.
A sondagem foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00873/2026 para o cargo de Presidente.
Fonte do Conteudo: Laísa Dall’Agnol – veja.abril.com.br