Polícia recupera acervo esportivo raro de quase meio milhão e prende 3 em shopping da Barra da Tijuca

Foto: Divulgação/ Polícia Civil

Policiais civis da 16ª DP (Barra da Tijuca) prenderam em flagrante, nesta sexta-feira (10/07), dois homens e apreenderam um adolescente suspeitos de tentar vender um valioso acervo de memorabilia esportiva obtido por meio de um esquema de fraude eletrônica. A ação ocorreu em um shopping da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e resultou na recuperação de grande parte dos objetos, avaliados em cerca de R$ 450 mil.

As investigações tiveram início no começo deste mês, após representantes de uma plataforma especializada na comercialização de itens esportivos históricos procurarem a delegacia para denunciar uma série de compras realizadas com cartões de crédito fraudulentos.

Durante a apuração, os policiais descobriram que grande parte das encomendas havia sido enviada para endereços em Salvador, na Bahia. Pouco tempo depois, os próprios envolvidos voltaram a entrar em contato com a empresa vítima da fraude, oferecendo parte dos mesmos produtos para venda.

Com base nas informações obtidas, os agentes montaram uma operação para flagrar a negociação. Representantes da empresa fingiram interesse na compra dos objetos e marcaram um encontro com os suspeitos em um shopping da Barra da Tijuca. O local foi monitorado pela equipe da 16ª DP, que realizou a abordagem no momento em que a transação era concluída.

Com os suspeitos, todos oriundos de Salvador, os policiais recuperaram grande parte do acervo. Entre as peças estavam camisas da Seleção Brasileira autografadas pelos elencos das Copas do Mundo de 2018 e 2022, uma camisa comemorativa dos mil gols de Pelé, bolas assinadas por estrelas da NBA, além de cards, pôsteres e outros itens históricos autenticados.

De acordo com a Polícia Civil, algumas das peças possuem valor individual superior a R$ 50 mil e são altamente disputadas por colecionadores no Brasil e no exterior.

Os dois homens foram autuados em flagrante pelo crime de receptação. Já o adolescente responderá por ato infracional análogo ao mesmo delito.

As investigações prosseguem para identificar os responsáveis pelas fraudes eletrônicas que deram origem ao esquema e localizar os demais objetos que ainda não foram recuperados.

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Fonte do Conteudo: Altair Alves – diariodorio.com

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